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Dia Nacional do Doente Coronário: um tema de todos e para todos

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam a ser a principal causa de morte em Portugal. Somos um país de sedentários, temos um número enorme de obesos e um em cada cinco adultos ainda fuma. Para além disso, cerca de 40% da população é hipertensa, dois terços tem colesterol elevado e há um milhão de portugueses com diabetes. Um cenário em que o caldo parece sempre pronto a entornar. Estes fatores de risco condicionam a progressão da aterosclerose, a doença em que o colesterol se acumula nas artérias, com risco de enfarte, AVC ou de má circulação periférica, com maior hipótese de amputação por exemplo. A aterosclerose gera custos pessoais, familiares e sociais muito elevados. Um estudo recente realizado entre nós mostra que os custos da doença são astronómicos: cerca de 1900 milhões de euros que representam 1% do PIB ou 11% do total de despesas de saúde em Portugal.

 

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A importância da inovação disruptiva no avanço da saúde

A inovação é crítica para o crescimento económico e progresso em todas as indústrias. Para um observador menos atento, a inovação motivada pela tecnologia pode parecer aleatória, mas, ao observar o panorama geral, evidencia-se um padrão mais dramático: a inovação processa-se de modo exógeno à economia, sendo mais provável de se desenvolver durante tempos economicamente desafiantes. A crise económica proporcionou assim a incrementação da inovação em várias indústrias, uma das quais a da saúde.

 

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Novo coronavírus provoca epidemia com desfecho imprevisível

Desde o início da década de setenta do século XX que se sabe que os coronavírus são responsáveis por uma grande variedade de doenças em animais domésticos, a grande maioria provocando sintomas gastrintestinais agudos, como enterites e gastrenterites, e alguns causando doença respiratória, doença do fígado e do cérebro mas, até ao início do século XXI, nunca lhes foi dada grande atenção como causadores de doença em humanos.

 

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Mais tempo para o doente: um bom desejo de ano novo

Há algumas frases lapidares que não esquecemos e nos guiam na nossa vida profissional. Como médico, nunca esqueci aquela de William Osler: “Se ouvirmos o doente, ele diz-nos o diagnóstico”. É uma máxima curiosa. Sugere que o doente joga com o médico uma espécie de charada, em que a solução é o seu próprio diagnóstico, só encontrado com a audição atenta da sua mensagem encriptada.

 

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