Doentes renais em Trás-os-Montes e Alto Douro fazem diálise peritoneal domiciliária com recurso a telemonitorização
18/12/2019 15:08:57
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Doentes renais em Trás-os-Montes e Alto Douro fazem diálise peritoneal domiciliária com recurso a telemonitorização

No Serviço de Nefrologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE (CHTMAD), os doentes com insuficiência renal crónica já podem utilizar o sistema de telemonitorização em diálise peritoneal a partir de casa. Para isso, passam a estar monitorizados através de um sistema que lhes permite a ligação remota ao hospital.

 

Encontram-se em acompanhamento 44 doentes em diálise peritoneal na Unidade de Vila Real do CHTMAD. Quatro deles já estão a usufruir desta nova técnica de tratamento domiciliário com recurso à telemonitorização, número que se estima que continue a aumentar.

A diretora do Serviço de Nefrologia do CHTMAD, Dr.ª Teresa Morgado, explica que o objetivo desta modalidade terapêutica é “melhorar o atendimento ao doente, dando-lhe a possibilidade de poder gerir melhor o seu tempo, manter a sua qualidade de vida e conforto enquanto realiza o tratamento em segurança”.

“O Serviço de Nefrologia do CHTMAD sempre pautou pela inovação e pela implementação de técnicas pioneiras ao serviço dos doentes e a operacionalização deste protocolo de telemonitorização em diálise peritoneal é mais uma prova disso mesmo”, acrescenta a responsável.

O tratamento da patologia requer consultas regulares e deslocações frequentes do doente ao hospital, dispendiosas a nível de tempo, comodidade e custos. Nesse sentido, a redução do número de visitas não planeadas ao hospital devido ao uso do sistema de telemonitorização traduz-se numa melhoria da qualidade de vida do doente.

Para além disso, o sistema inovador permite ainda um acompanhamento mais eficaz e rápido por parte dos profissionais de saúde mediante a monotorização próxima e constante, que permitirá detetar problemas associados ao tratamento com maior rapidez. A redução de todos estes encargos, tanto a nível de recursos, como de deslocações e de tempo dedicado à telemedicina, traduz-se não só num ganho para o doente e para o hospital, como também numa poupança para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 


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