Em contagem decrescente para o Heart Team 2020
17/01/2020 17:06:19
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Em contagem decrescente para o Heart Team 2020

A reunião anual do Grupo de Estudo de Insuficiência Cardíaca (GEIC), um dos grupos de trabalho da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), decorre entre os dias 23 a 24 de janeiro, no Vip Executive Art's Hotel, em Lisboa. Fique a par dos temas quentes em debate.

 

“Tempo de Agir - Portugal, 400 mil doentes com IC: organizar, AGORA!”, “Da periferia para o centro: o novo paradigma da IC com FE preservada” e “Prevalência, Custos e Carga da IC em Portugal” são alguns dos temas a abordar na edição de 2020 da Heart Team, cujo programa está disponível para consulta aqui.

Em particular, a sessão “Tempo de Agir - Portugal, 400 mil doentes com IC: organizar, AGORA!” contará com a intervenção de personalidades como o Prof. Doutor Victor M. Gil, presidente eleito da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e o Prof. Doutor José Silva Cardoso, docente na Faculdade de Medicina do Porto, enquanto representantes da Sociedade. A estes juntam-se a Dr.ª Brenda Moura, que representará a Heart Failure Association (HFA) of the European Society of Cardiology (ESC), ao passo que o Dr. Luís Filipe Pereira será o representante da Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC), enquanto seu presidente. Já o Prof. Doutor Filipe Macedo atuará como alta autoridade para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares, e a Dr.ª Sara Marques como representante da Heart Failure Policy Network (HFPN). A sessão será moderada pelo Dr. Pedro Pinto.

O dia 23 de janeiro será marcado por cursos pré-reunião, destinados a especialistas de Medicina Geral e Familiar e a enfermeiros com interesse em insuficiência cardíaca.

Pode inscrever-se através desta ligação.

A insuficiência cardíaca é uma doença associada a outras patologias prevalentes, como é o caso da diabetes e da obesidade e, por isso, a sua abordagem deve ocorrer num contexto de tratamento multidisciplinar. Em Portugal, estima-se que a doença afete cerca de 4,4% da população adulta. No que diz respeito a idades superiores a 80 anos, essa prevalência aumenta para cerca de 16%.

 


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