Campanha apela para que “guarde a transfusão para as vidas que dela dependem”
18/06/2020 13:23:14
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Campanha apela para que “guarde a transfusão para as vidas que dela dependem”

A propósito do Dia Mundial do Dador de Sangue, assinalado no passado dia 14 de junho, a Associação Portuguesa de Imuno-Hemoterapia (APIH), com o apoio da farmacêutica Vifor Pharma, lança uma campanha que visa sensibilizar para as alternativas às transfusões de sangue.  “Guarde a transfusão para as vidas que dela dependem” é o mote da iniciativa, cujo objetivo é chamar a atenção para a utilização racional e correta do sangue.

 

“Este dia foi criado pela Organização Mundial de Saúde, tendo esta muitas perspetivas em relação à Medicina Transfusional, nomeadamente apostando na redução das transfusões desnecessárias através da utilização clínica adequada do sangue e dos produtos sanguíneos com o recurso, sempre que possível a alternativas às transfusões”, esclarece a Dr.ª Maria Helena Gonçalves, presidente da direção da APIH.

Para o Dr. Acílio Gala, diretor médico da Vifor Pharma, “guardar a transfusão para as vidas que realmente dela dependem é uma mensagem fundamental. O sangue é um recurso limitado, há momentos em que essa limitação é mais intensa e, por isso, a sua utilização deve ser criteriosa. Existem alternativas disponíveis e válidas ao sangue que devem ser tidas em conta e que poderão corrigir alguns componentes da anemia”, sublinha.

O responsável acrescenta ainda que “a finalidade da Vifor Pharma, enquanto empresa farmacêutica líder na área da anemia e deficiência de ferro, é continuar a sensibilizar e a promover a educação médica neste sentido e em conjunto com sociedades e associações médicas”.

No âmbito da iniciativa, as entidades destacam a existência de outras estratégias clínicas, como é o caso do diagnóstico e tratamento da anemia ferropénica para otimizar a eritropoiese e a melhoria da tolerância à anemia, assim como estratégias cirúrgicas de minimização de perda de sangue.

“Estes recursos terapêuticos devem ser considerados na prática médica mundial, visando diminuir o consumo de hemocomponentes, a morbimortalidade, os custos hospitalares e, por sua vez, aumentar a qualidade de vida do doente”, concluem.

 


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