"FPI, a doença que não espera" diz a RESPIRA e a SPP
04/09/2020 17:32:08
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"FPI, a doença que não espera" diz a RESPIRA e a SPP

No mês de sensibilização para a fibrose pulmonar idiopática (FPI), a Sociedade Portuguesa de Pneumologia e a RESPIRA juntaram-se para realizar uma campanha, que tem como principal objetivo alertar tanto profissionais de saúde, como a população em geral para os sintomas desta patologia, para o impacto que ela tem na vida dos doentes e para a importância de um diagnóstico precoce.

A FPI é uma doença crónica associada à incapacidade de esforço, da autonomia, à insuficiência respiratória nas fases mais avançadas da doença e à morte”. Um cenário que pode ser significativamente retardado com um diagnóstico atempado e precoce, dado atualmente existirem fármacos que ajudam a tratar a FPI.

Procurar realizar um diagnóstico quando a perda de função respiratória é ainda mínima, recorrendo a exames que permitam detetar as alterações nos pulmões e não desvalorizar as manifestações da doença são essenciais para o seu diagnóstico e tratamento.

“Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença entre o doente viver mais alguns anos com alguma qualidade de vida ou poucos anos com nenhuma qualidade de vida”, afirma a a presidente da Associação Respira, Prof. Doutora Isabel Saraiva.

Contudo, esta realidade não é comum a todos, uma vez que sintomas como a falta de ar, fadiga e a tosse seca podem ser confundidos com os de outras patologias respiratórias ou cardíacas.

É nesse sentido que surge a campanha “FPI, a doença que não espera”, que conta com o apoio da Boehringer Ingelheim.


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